Artigos e Pesquisas

 

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BRAGGION, Dalva Siqueira; FATECCHA, Magda Lucia Ferreira; SANTOS, Waldir Carlos Santana dos (Orient.). Matematizando com jogos. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Psicopedagogia) – Faculdade de Educação e Letras, Universidade Metodista de São Paulo. São Bernardo do Campo, 2003.

Resumo: Este trabalho, parte de uma inquietação originada a partir da análise de teóricos apresentados em aula. Notamos, uma diversidade de perspectivas teóricas, que caracterizam o contexto pedagógico e o trabalho psicopedagógico, surgindo questões, em relação a possibilidade de um trabalho de ordem preventiva, que pudesse ser operacionalizada a partir fundamentos teóricos sobre Piaget e Vygotsky, entre outros, e que de alguma forma possam auxiliar a criança, quer como intervenção ou mesmo de estimulação, em seu desempenho escolar. Partindo portanto desses pensamentos, surgiu a idéia de apresentarmos uma proposta de pesquisa, na qual, estaríamos avaliando a reversibilidade do pensamento em crianças de 6 a 7 anos, associados a estimulações através de jogos, matemáticos, e verificando à posteriori os resultados obtidos, à partir da aplicação de uma retestagem, para averiguar as possíveis alterações, na reversibilidade do pensamento, utilizando como recurso as provas propostas por Piaget .
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BRITTO, Juliana Ferrazzo de; GOLD, Valquiria (Orient.) . O uso de brinquedos em uma escola pública de educação infantil da cidade de São Paulo: uma leitura Vygotskyana. 2003. 59p. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Educação Infantil) – Faculdade de Educação e Letras, Universidade Metodista de São Paulo. São Bernardo do Campo, 2003.

Resumo: Muitos são os teóricos que se dedicaram e ainda se dedicam aos estudos de questões ligadas à infância e à educação. Neste último século, entretanto, o interesse de estudiosos de diversas áreas por estas questões se intensificou. Neste sentido, o brincar veio à tona como atividade característica das crianças e a curiosidade sobre este tema também cresceu bastante. Estes estudos promoveram diferentes concepções sobre o brincar, mas nenhum deles negava sua importância, especialmente para crianças de 0 a 6 anos. Encarado como propulsor de desenvolvimento ou facilitador da aprendizagem, o que pudemos verificar foi uma intensa apologia a este que passou a ser um dos mais eficazes recursos pedagógicos. Em contrapartida, o que vemos atualmente na prática dentro das escolas infantis é uma deturpação destas concepções e até a total ausência delas. Este fato foi o que me levou a realizar um estudo de caso onde tentei verificar através de intensa observação, a presença dos pressupostos de Vygotsky numa escola de educação infantil, analisando mais profundamente o brincar, mas não esquecendo de outros importantes aspectos de seus estudos sobre aprendizagem e desenvolvimento.
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CAPATI, Roseli Sybilla Grunemberg. O valor da brincadeira para o desenvolvimento da crianca de 0 a 6 anos . 1991. Monografia em PSICOPEDAGOGIA. São Bernardo do Campo, 1991.

Resumo: A importância da brincadeira no desenvolvimento infantil, vem sendo motivo de reflexão e discussão de diversos teóricos de diferentes linhas de pensamento. Esta preocupação surgiu na antiga Roma e é motivo de pesquisa até hoje. Sabe-se que a criança é um ser concreto que pensa, elabora suas próprias idéias e constrói sua trajetória durante seu processo de desenvolvimento. Para que isso ocorra de forma satisfatória tem fundamental importância, pois através dela a criança conhece, aprende, se relaciona, se prepara para o mundo adulto. Ela pode ser a melhor forma de repensar a ação junto da criança, revelando a magia do universo infantil, estabelecendo a combinação entre a ficção e a realidade e assim ajudando na estruturação de sua personalidade. O ato de brincar propícia à criança conhecimento, aprendizagem, experiência de pertencer a um grupo, oportunidade de construir sua identidade cultural de criar condições de se impor a uma educação repressora, autoritária, deixando de ser um depósito de idéias pré – concedidas e pré-elaboradas para ocupar espaço de um ser pensante, crítico com identidade, valores, percepções e idéias que se revelam na relação com seu meio. Para a criança, as situações vivenciadas no jogo e na brincadeira representam a construção de significados, de indagação, de hipóteses, de investigação e transformação do próprio significado. E uma forma de elaboração cognitiva relacionada à afetividade e a todas as formas de relação entre as pessoas. As relações pessoais, troca, partilha, confronto e negociações que ocorrem gera momentos de equilíbrio e proporciona conquistas individuais e coletivas. E importante que os educadores tenham conhecimento do valor da brincadeira no desenvolvimento para que possam oferecer tempo, espaço e recursos disponíveis onde a criança irá exercitar as diferentes relações com seu meio através do imaginário, o qual lhe dá condições de resolver aquilo que é difícil, no real. Há também expressar sentimentos e emoções através de sua linguagem e seu corpo e desenvolver seu raciocínio facilitando a construção do seu pensamento. Acreditar que brincar é essencial ao desenvolvimento sadio do corpo e da mente é primordial para todos aqueles que estão contribuindo na construção de um mundo melhor.
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DEMANBORO, Alan; OLIVEIRA, Vera Barros de (Orient.). Fisioterapia com estratégias lúdicas: uma proposta em realibilitação psicomotora de crianças com paralisia cerebral. 2003. 204p. POS-PSICOLOGIA. São Bernardo do Campo, 2003.

Resumo: Este trabalho investiga o efeito da brincadeira simbólica associada a intervenções fisiterapêuticas na reabilitação da função motora de preensão em três pacientes portadores de paralisia cerebral do tipo hemiparesia espástica leve ou moderada, em posto de saúde de médio porte e centro de terapias da Grande Sao Paulo. Realiza avaliacao preliminar dos sujeitos segundo Testes de Forca Muscular de Kendell e Escala de Execucao de Tarefas de Preensao (EETP), criada pelo pesquisador, cuja pontuação maxima é de 21 pontos. Desenvolve-se em 25 sessoes de 40′cada., com aplicacao da tecnica fisioterapêutica de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva seguida de estrategias ludico – simbolicas criando condicoes de execucao de atividades de preensao. Utiliza – se durante seu desenvolvimento de instrumentos fisioterapeuticos de avaliacao e da EETP para mensurar mudancas no desempenho. Analisa os dados quantitativamente pelo metodo quase – experimental e qualitativamente por meio das categorias propostas pelos estudos da Biomecânica da Preensão e da Teoria dos Sistemas Dinâmicos, buscando identificar as situações lúdicas simbólicas que contribuam para a facilitação, agilização e precisão dos esquemas de preensão. Resultados mostram melhora da eficácia motora de preensão das participantes. Considerando – se os resultados da EETP, observou-se que a participante G. evoluiu de 15 pontos ao inicio da pesquisa para 18 ao final. A participante S. obteve 13 pontos na primeira medição e evoluiu para 19 pontos ao final da pesquisa. A participante V., que se recusou a passar pelas provas, apresentou aumento do uso do seu membro superior parético. Não se observaram mudanças nas medidas de forca muscular de preensão ao longo da pesquisa. Estes resultados fornecem evidencias de que a associação da brincadeira simbólica ao tratamento fisioterapêutico e útil na reabilitação psicomotora da função e preensão em crianças portadoras de paralisia cerebral. Novas pesquisas com grupos maiores são necessárias para confirmar os resultados sugeridos por este estudo.
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DIETZ, K. G., OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. Brinquedotecas hospitalares, sua análise em função de critérios de qualidade. Boletim Academia Paulista de Psicologia. , v.XXVIII, p.100 – 110, 2008.
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FERNANDES, Carim Fernanda; OLIVEIRA, Vera Barros de (Orient.) . O lúdico na faculdade da terceira idade : uma abordagem neuropsicológica. 2006. 117p. Mestrado em PÓS – PSICOLOGIA. São Bernardo do Campo, 2006. 157 F391l T

Resumo: Esta pesquisa verifica a contribuição da utilização de estratégias lúdicas frente a manutenção e agilização de processos cognitivos e afetivo – relacionais em uma faculdade aberta para a terceira idade, em cidade de grande porte, através de 22 sujeitos de ambos os sexos, com idade média de 11 anos, através de estudo avaliativo – interventivo evolutivo. Inicia – se por uma avaliação neuropsicológica abreviada : Mini Exame do Estado Mental (MEEM), Teste de Fluência Verbal – FV (semântica e fonológica), Teste das Trilhas (A – B), Teste do Relógio, Escala Funcional (Escala AVD) e de Humor (Escala Depressão e Ansiedade) . Para a intervenção lúdica utiliza – se de estratégias grupais, segundo modelo piagetiano, estimulando processos cognitivos e afetivo – emocionais. Os resultados revelam uma reação muito positiva ao lúdico, com motivação, interesse, envolvimento, ativação de processos associados à memória e à atenção. A reavaliação neuropsicológica feita através da mesma bateria verifica significativa quanto aos estados de humor, com redução dos sintomas depressivos, GDS (de 16% para 9%; p=<0,01); e mudança para mais nos índices de ansiedade IDATE (de 36 para 41,2; p=<0,05), não foi constatada alteração quanto a fatores cognitivos e de independência funcional. Os dados mostram que a utilização de estratégias lúdicas associada ao programa onde esta pesquisa realizou – se, por se tratar de um curso com duração de quatro semestres favoreceu a manutenção dos processos cognitivos e a queda da depressão. O estudo levante a hipótese de que o aumento da ansiedade possa estar associado à ampliação da consciência do idoso quanto a suas possibilidades e limitações atuais, sugerindo de sua parte a necessidade de uma nova adaptação, o que necessita de confirmação por meio de pesquisas posteriores.
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FINATO, Claudia Carolina Dario; SALAZAR, Izilda Malta Torres (Orient.) . A aprendizagem da matemática como construção do conhecimento. Monografia em PSICOPEDAGOGIA. São Bernardo do Campo, 2000.

Resumo: Através deste trabalho, com base em pesquisas científicas de autores renomados, abordarei o trabalho matemático na educação infantil, mais precisamente na faixa etária de quatro a seis anos de maneira a valorizá-lo como sujeito que produz seu próprio conhecimento de acordo com suas potencialidades. Inicialmente, expus de forma sintética, a respeito do desenvolvimento da criança, com base na teoria do pesquisador suíço, Jean Piaget que mostra a relação da aprendizagem e desenvolvimento infantil. Discorrerei em seguida, sobre a importância da matemática no cotidiano das pessoas, de forma a enaltecer o seu uso e sua função social. Abordarei também, algumas concepções de ensino encontradas nas escolas, dando uma amostra de como o trabalho matemático vem sendo realizado. Comumente, os professores preocupam – se em transmitir às crianças, noções numéricas, reconhecimento de algarismos, nome dos números, domínio da sequência numérica e o nome de algumas figuras geométricas. Todavia é sabido que a criança tem que construir seu conhecimento e não apenas aprender por memorização. Dentro deste aspecto coloco como fator positivo a autonomia na aprendizagem, e o que isto implica na postura do professor dentro de um trabalho respeitoso nas instituições escolares. Desta forma, vou transcrever sobre uma maneira interessante de se ensinar matemática, demonstrando que o trabalho realizado através de jogos em grupo e portadores numéricos, podem trazer uma aprendizagem da matemática de maneira mais proveitosa.
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FRAGA, Elaine Cristina Viana Rodrigues; OLIVEIRA, Lindamir Cardoso Vieira (Orient.) . Brincar: um recurso lúdico e mágico. 2004. Monografia em PEDAGOGIA. São Bernardo do Campo, 2004.

Resumo: A criança vive muitos momentos na infância em que aprende e constrói. O brincar faz a ligação entre o prazer e o aprendizado, cumprindo então parte dos Direitos da Criança. Este trabalho fala sobre o aprendizado e o direito da criança na educação.
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FURTADO, Meire de Fatima; BOSSA, Nadia Aparecida (Orient.) . O brinquedo-sucata na psicopedagogia enquanto instrumento de intervenção . 1999. 51p. Monografia em PSICOPEDAGOGIA. São Bernardo do Campo, 1999.

Resumo: O brinquedo torna – se a principal atividade da criança quando esta passa para o período pré – escolar. No período pré – escolar o que mais chama a atenção no brinquedo é a existência de uma situação imaginária. E, para brincar de maneira espontânea e criativa, sugiro o brinquedo construído com sucata enquanto instrumento de intervenção psicopedagógica. Esse material também nos introduz ao prazer de transformar, recriar e reciclar.
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GIOVANNETTI, Cleide Covacevich; BOSSA, Nadia Aparecida (Orient.) . A importância do jogo no desenvolvimento humano . Monografia em PSICOPEDAGOGIA. São Bernardo do Campo, 1999.

Resumo: A importância do jogo está nas possibilidades de aproximar a criança do desenvolvimento científico, levando – a a vivenciar “virtualmente” situações de soluções de problemas, que a aproximam daquelas que o homem “realmente” enfrenta ou enfrentou. Com base nesse pressuposto, a Psicopedagogia se utiliza do jogo como instrumental fundamental no diagnóstico e na intervenção. Na clínica, através dos jogos, o indivíduo põem – se a explorar e conhecer o ambiente e a trocar informações com objetos e com o terapeuta, com finalidade tanto de conhecer o mundo e conhecer a si mesmo, como de aprender a aprender e, portanto, de conseguir integrar esquemas de adequação funcional ao seu redor. Pavlovsky acrescenta que não se pode jogar se não for completa “a visão com a emoção ou o sentimento correspondente”. Assim, o presente trabalho tem como objetivo apresentar as contribuições que os jogos vêm fazendo nas salas de aulas e nos atendimentos psicopedagógicos, numa abordagem Psicanalítica.
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GOMES, Dália Regina Soares; SANTOS, Daniele Ferreira dos; ALVES, Flávia Regina Aguiar; SILVA, Carlos Augusto C. (Orient.). Jogos empresariais como instrumento de desenvolvimento da comunicação interpessoal nas empresas .Monografia (especialização em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia Organizacional) — Faculdade de Psicologia e Fonoaudiologia da Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2007.

Resumo: A essência desta pesquisa está em refletir sobre a utilização de jogos de empresa em treinamento como forma de contribuir para o desenvolvimento da comunicação interpessoal dentro das organizações. Trata – se de uma pesquisa descritiva de natureza qualitativa. O método utilizado foi a observacional e de pesquisa – ação. A coleta de dados apoiou – se numa revisão bibliográfica e na realização de estudo de campo. Este consistiu na utilização de Jogos de Empresa num treinamento realizado junto aos integrantes da equipe de Recursos Humanos do Hospital e Maternidade Brasil da cidade de Santo André, no Estado de São Paulo. Os resultados que emergiram desta pesquisa sugerem que treinamentos que utilizem os Jogos de Empresa servem como metodologia de abordagem de problemas e como laboratório para o desenvolvimento e a conscientização de necessidades de mudança de comportamentos e atitudes tanto individuais como grupais.
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GOSSO, Yumi; OTTA, Emma (Orient.) . Pexe oxemoarai : brincadeiras infantis entre os índios parakanã. 2004. 267p. Doutorado em POS – PSICOLOGIA. São Paulo, 2004. 157 G698p T

Resumo: Este trabalho teve como objetivo investigar o lugar da brincadeira nas atividades das crianças indígenas Parakanã e descrevê-las no contexto do modo de vida destes índios. Os índios Paraknã ainda mantém muitas de suas tradições culturais, tais como, a língua, o preparo da fariinha, a pintura corporal, as reuniões diárias (tekattawa) para solução de problemas da aldeia, a caça e os festejos. A população é predominantemente jovem e o espaçamento de nascimentos é de aproximadamente dois anos e meio. Foram observadas 29 crianças indígenas Parakanã (16 F e 13 M), de quatro a 12 anos, da aldeia Paranowaona, sudeste do estado do Pará. O método de observação utilizado foi sujeito focal com sessões de cinco minutos. O número médio de sessões para cada criança foi 11. As crianças foram subdivididas nas classes etárias konomia (quatro a seis anos) e otyaro (sete a doze anos), conforme categoria de idade dos próprios índios. Os resultados indicaram que: a) as crianças passam a maior parte do seu tempo brincando; b) meninas trabalham mais que meninos; c) a brincadeira simbólica e a de construção ocorrem com maior freqüência entre as crianças mais jovens e posteriormente começam a surgir os jogos de regras; d) crianças brincam com companheiros do mesmo sexo e grupo etério; e) as brincadeiras simbólicas são representações muito próximas das atividades dos adultos. De uma maneira geral, as crianças Parakanã passam a maior parte do seu tempo brincando em seu próprio mundo. A partir de dois ou três anos, começam a brincar em grupo sem supervisão de adultos. Elas não só representam a via adulta que observam livre e abundantemente, mas parecem recriá-la, como se fosse uma cultura peculiar, específica: a cultura da brincadeira.
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GUIRADO, Eliana Carvalho; OLIVEIRA, Vera Barros de (Orient.) . Inclusão escolar de uma criança com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor : leitura piagetiana de um trabalho fisioterapêutico. 2001. 128p. Mestrado em PSICOLOGIA. São Bernardo do Campo, 2001.

Resumo: Na sociedade inclusiva as diferenças individuais são valorizadas, com esta concepção, no setor da educação há a busca de maneiras para garantir que todos os indivíduos, independentemente de suas características pessoais, sociais e culturais, possam compartilhar do mesmo espaço educacional, entre estes, estão os alunos com deficiência. De acordo com os princípios da educação inclusiva, como estão descritos na Declaração de Salamanca (Brasil, 1996), o setor educacional precisa oferecer um ensino de qualidade para todos e garantir que o aluno com deficiência tenha sua necessidade educacional especial respeitada, levando à aproximação da área da educação com a área da reabilitação. O foco deste trabalho foi direcionando para a questão da inserção escolar da criança com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor (ADNPM), investigando qual a contribuição da fisioterapia para favorecer este processo. Para isso, considerou – se como ponto de partida a compreensão da criança em desenvolvimento, articulando os estudos de Gesell (1985), e principalmente os estudos piagetianos (Piaget, 1978 e 1987; Piaget e Inhelder, 1968 – 1999) aos conceitos básicos da fisioterapia, especialmente os relacionados à intervenção por meio de estimulação motora do conceito Bobath de tratamento fisioterapêutico, encontrados em Bobath, K. (1978 e 1984) e Bobath, B. (1978) baseados numa estimulação que respeita o ritmo e a intenção de movimentação da criança. A pesquisa consistiu de um estudo de caso único numa abordagem longitudinal, como objetivo de analisar o processo de inclusão biunívoca entre o ambiente terapêutico – escolar e uma criança com ADNPM, assistida por intervenção fisioterapêutica no Departamento de Educação Especial – D.E.E. – da Prefeitura do Município de Mauá, no período de 1996 a 2000 e, que freqüenta a Educação Infantil. Com as análises efetivadas, observou – se que a criança estuda apresentou progressos: nos aspectos neuromotores, com o desenvolvimento de reações de endireitamento e de equilíbrio eficientes que propiciaram a autonomia para a exploração do ambiente escolar; nos aspectos interativos, observou – se o processo de descentralização da criança que possibilitou que ela interagisse com os demais alunos, estabelecendo brincadeira de imitação, jogos e interiorização de regras; e na organização das quatro categorias da realidade de Piaget, percebeu – se a construção da noção de objeto permanente, seqüências espaciais, temporais e causais. Além disso, foi feita uma proposta de procedimentos fisioterapêuticos que facilitam a inclusão escolar de crianças com ADNPM na Educação Infantil.
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HADERMANN, Egon Felix; OLIVEIRA, Vera Maria Barros de (Orient.) . O brincar e a motricidade em crianças com paralisia cerebral . 2002. 218p. Mestrado em PSICOLOGIA. UMESP São Paulo, 2002.

Resumo: Esse estudo se propôs a verificar como crianças com paralisia cerebral se portam em situações de brincadeira espontânea, enfocando possíveis alterações em seu comportamento motor. Foram avaliadas duas crianças com quadro moderado de paralisia cerebral com hipertonia do tipo espástica, com idade entre 4 anos e 10 meses e 5 anos, sendo uma com quadro de quadriplegia, e outra com diplegia. Foi utilizado o instrumento de observação ativa, interação Brinquedo – Desenho, IBD. Realizamos sete sessões com um tempo de 25 minutos cada, por um período de sete semanas. Foi observada uma melhora na movimentação ativa destas crianças, através da otimização das reações de retificação e equilíbrio, associados a uma melhor coordenação dos movimentos finos nas mãos. Verificamos que a atividade lúdica espontânea favoreceu a forma de comunicação destas crianças. A estruturação do brincar destas crianças foram, comparadas a de crianças ditas normais com idade entre 2 anos e 1 mês e 2 anos e 7 meses.
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HORTA, Célia; SIMON, Ryad. O teatro de bonecos e a deficiência : meu Deus, isto fala! falando com crianças sobre o preconceito. 2006. 148p. Tese (Doutorado em Psicologia) – Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2006.

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MACEDO, Luciano Sanfilippo de; SILVA, Dalmo de Oliveira Souza e (Orient.) . Brincadeiras e jogos infantis : contribuição para uma ação pedagógica. 2004. 106p. Mestrado em EDUCACAO. UMESP , 2004.

Resumo: Este estudo se propõe a investigar contribuições de autores da Educação Física, Pedagogia e Psicologia sobre a interação dos domínios motor, cognitivo e psicossocial na aprendizagem infantil por meio da prática de brincadeiras e jogos; fundamentar bases teórico – práticas para a construção de propostas educativas que contribuam com a ação pedagógica de professores do ensino fundamental de 1ª até ª série, quando desenvolverem atividades de brincadeiras e jogos. A pesquisa esta estruturada da seguinte maneira: O Capítulo I, apresenta estudos da área de Educação Física sobre a interação dos domínios motor, cognitivo e psicossocial na aprendizagem infantil por meio de brincadeiras e jogos. O Capítulo II recupera a idéia da brincadeira e do jogo como prática lúdica, partindo de pressupostos de Vygotsky. Defende também que esta proposta de atividade deve – se basear na ação pedagógica do professor em razão do conhecimento teórico – prático ressaltado em fundamentos da Pedagogia e Psicologia. O Capítulo III aponta análises e considerações qualitativas sobre relatos obtidos em entrevistas com 06 professoras da instituição pesquisada, bem como a descrição da dinâmica empregada na aplicação de 05 tipos de atividades de brincadeiras e jogos, para um grupo de 23 crianças, em idade de 1ª série do ensino fundamental (06 anos e meio e sete anos), durante 13 encontros, com 60 minutos de duração, uma vez por semana. Sob as atividades aplicadas foram descritas as observações de cada encontro e a partir daí construídas análises e considerações intentando destacar a relevância destas práticas no cotidiano escolar, assim a conformidade com o que foi objetivado por este estudo, destaca que brincadeiras e jogos infantis apresentam contribuições para uma ação pedagógica.


MANFREDI, Denise Aparecida, OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. Afetividade e fluência na interação empresarial: um estudo sobre mediação. Avances en Psicología Latino-americana. , v.25, p.7 – 19, 2007.
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MARTINS, A. D., ANDRE, R. L., OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. O brincar da criança de cinco anos na escola. Psicólogo inFormação (São Bernardo do Campo). , v.1, p.109 – 129, 2006.
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MATTOS, Maria Isabel Leme de; BOMTEMPO, Edda (Orient.) . O comportamento exploratorio de crianças de creches de niveis socio economicos diferentes . 1984. 187p. Dissertacao de Mestr em Instituto de Psicologia da Universidade de Sao Paulo

Resumo: Considerando a importância das primeiras experiências bem como da motivação para aprender sobre o desenvolvimento cognitivo o presente estudo focalizou o comportamento de crianças de níveis sócio econômicos médio e baixo frente a brinquedos diferentes quanto à novidade e complexidade. O estudo teve como objetivos identificar diferenças no padrão de exploração de cada grupo relacionando – as com as diferenças observadas no ambiente dos mesmos. Procurou – se ainda identificar que variáveis ambientais poderiam ser apontadas como importantes na determinação destas diferenças. Os sujeitos foram dezesseis crianças de ambos os sexos que frequentavam as creches escolhidas por um período mínimo de seis horas diárias. Seu comportamento exploratório foi observado em duas sessões experimentais de dez minutos cada, separadas uma da outra por um intervalo de sete dias. Foram usados 2 tipos de medida na avaliação do comportamento exploratório: registro dos comportamentos da criança segundo uma categorização prévia e tempo dispndido explorando cada brinquedo. Foram colhidos outros dados usando entrevistas com as mães e avaliações das sobre cada criança. As variáveis ambientais foram avaliadas quanto aos aspectos físico e social. Os resultados evidenciaram diferenças significativas entre os dois grupos no que diz respeito à: maior preferêcia por objetos novos e complexos do grupo de nível sócio econômico médio que apresentou ainda comportamento significativamente mais adequado às características do brinquedo. O grupo de nível sócio econômico baixo não demonstrou preferência nem por novidade nem por complexidade dos brinquedos e seu comportamento além de menos adequado às características do objeto ainda significativamente mais disperso para outros aspectos da situação experimental do que o grupo de nível sócio econômico médio. Vale ressaltar a esse respeito, concentração e dispersão de comportamento frente aos brinquedos e aspectos da situação experimental um resultado ainda não abordado na literatura revista. O grupo de nível sócio econômico médio mostrou ser sensível ao efeito conjunto novidade – complexidade que poderiam atuar na mesma direção (brinquedo mais novo e complexo pareado a brinquedo familiar mais simples) ou em direções opostas (brinquedo mais complexo e familiar pareado a brinquedo mais novo e simples) . No primeiro caso o resultado usual foi concentração do comportamento enquanto no segundo se encontrou dispersão de comportamento. O grupo de nível sócio econômico baixo não demonstrou tal sensibilidade ao efeito apresentado dispersão constante de comportamento. As diferenças encontradas foram atribuídas às experiências de vida diferentes de cada grupo determinados pelo tipo de criação. Foi verificado ainda que as dimensões física e social do ambiente de nível sócio econômico baixo estavam tão prejudicadas que se tornou extremamente difícil a determinação do peso de cada uma sobre as diferenças encontradas. Neste sentido, chegou – se à conclusão de que quando o prejuízo é tão grande em um ambiente, mais importante que a determinação do peso de cada dimensão sobre o desenvolvimento é a identificação da concepção que estrutura o mesmo, o que pode significar o primeiro passo em direção a mudança.
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MAXIMO, Izabel Maria Nascimento da Silva; OLIVEIRA, Vera Barros de (Orient.) . A organização da imagem corporal em reabilitação psicomotora lúdica . 2005. Mestrado em PSICOLOGIA. UMESP, São Bernardo do Campo, 2005. T

Resumo: Verifica a organização da imagem corporal junto à criança com atraso psicomotor em reabilitação psicomotora lúdica e a eficácia da utilização de estratégias lúdicas neste processo. Baseia – se na literatura da Escola Francesa de psicomotricidade, que salienta a importância do corpo no processo de aprendizagem e desenvolvimento psicomotor, social, afetivo – emocional e cognitivo. Realiza – se através de estudo de caso único longitudinal avaliativo – interventivo, por quatro anos. Utiliza – se na avaliação do Exame Psicomotor de Picq & Vayer, do Gestáltico Visomotor de Bender, do Teste da Figura Humana de Machover, das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven, entrevista com a mãe, análise do material escolar e observação lúdica. Com base na avaliação inicial realiza – se a intervenção psicomotora lúdica de sessenta e quatro sessões de cinquenta minutos cada, uma por semana, após o que reavalia a criança com os mesmos instrumentos, retoma a intervenção, com mais trinta e uma sessões, em seguida, a avaliação final. O estudo descreve e analisa três sessões de intervenção, com brincadeiras e jogos sensório – motores, simbólicos e de regras, em três momentos da reabilitação. Na avaliação evolutiva final, os dados apontam uma melhora significativa no Exame Psicomotor nas áreas de Conduta Respiratória, Organização do Espaço e Estruturação Espaço – temporal. Nas áreas de Coordenação Dinâmica e Controle Segmentário os resultados não apontam alteração e em Coordenação Manual, Rapidez e Controle Postural, há regressão. A lateralidade indica maior tendência ao cruzamento, mãos com dominância esquerda, olhos e pés direita. A organização e maturidade visual motora na avaliação de Koppitz têm significativas melhoras quanto aos indicativos de lesão cerebral e aspectos emocionais, mantendo – se os demais itens estáveis. Na avaliação Santucci & Granjon não foi observada evolução. Seu nível de intelectualidade revela – se superior desde a primeira avaliação no Raven. O desenho da Figura Humana evidencia melhor conhecimento e organização da Imagem Corporal e uma auto – imagem mais positiva. A postura da mãe torna – se menos superprotetora. O estudo evidencia grande aceitação das atividades lúdicas pelo sujeito e maior evolução quanto aos aspectos de sua psicomotricidade global, permanecendo a coordenação viso – manual estável.
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MORAIS, Maria de Lima Salum e; OTTA, Emma (Orient.) . Conflitos e(m) brincadeiras infantis : diferenças culturais e de gênero. 2004. 247p. Doutorado PSICOLOGIA.USP São Paulo.

Resumo: O principal objetivo do trabalho foi comparar brincadeiras, conflitos e provocações de meninos e meninas de quatro a cinco anos de idade, pertencentes a dois grupos culturais: um de uma grande metrópole (São Paulo) e outro de uma pequena comunidade praiana no litoral norte de Estado de São Paulo (Ubatuba). As crianças foram observadas em atividade livre no pátio escolar. Em relação ao brincar, os principais resultados encontrados foram: as crianças de São Paulo se envolveram mais em brincadeiras simbólicas do que as ubatubanas e essas, mais em jogos de regras e em brincadeiras de contingência social do que as paulistanas; os meninos participaram mais de brincadeiras de contigência física do que as meninas e elas se envolveram mais em atividades de contigência social do que seus colegas. Predominaram as provocações de caráter não verbal entre as crianças ubatubanas. Os episódios de zombaria tenderam a ter conseqüências interacionais positivas em ambos os grupos, apesar de terem gerado também algumas reações negativas. As crianças de ambos os grupos apresentaram número equivalente de episódios de conflito, embora sua duração tenha sido maior entre as meninas de São Paulo. A principal causa de confliutos nos dois grupos culturais foi a disputa por brinquedos e a maior parte dos desenlaces teve caráter afiliativo. As crianças ubatubanas apresentaram táticas mais simples e diretas e as paulistanas, estratégias mais diversificadas e verbais de enfrentamento das situações conflituosas. Na discussão dos resultados, destaca – se a importância da configuração dos grupos de brincadeira e de dimensões culturais mais amplas – como estilos de criação e códigos de comunicação – evidenciando – se a relevância de estudos interculturais par ao avanço na compreensão do comportamento infantil.
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NUNES, O., OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. A memória de curto prazo do universitário e a prática de jogos: um estudo comparativo. Psicopedagogia (São Paulo). , v.27, p.59 – 67, 2010.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. O brincar e o desenvolvimento infantil. Síndromes – revista multidisciplinar do desenvolvimento humano. , v.2, p.12 – 14, 2012.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. O brincar no hospital e a aderência ao tratamento. Temas sobre Desenvolvimento. , v.16, p.150 – 152, 2008.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. O insubstituível valor do brincar livre e espontâneo. Neuro Psicologia e Aprendizagem. , v.03, p.20 – 21, 2007.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. A brinquedoteca em expansão mundial : breve relato atual. Psicopedagogia. Psicopedagogia (São Paulo). , v.22, p.269 – 271, 2005.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. Reabilitação lúdica da imagem corporal. Boletim. Academia Paulista de Psicologia. , v.25, p.37 – 48, 2005.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de, MILANI, Denise, MIGUEL, Magali de Morais, LUCATO, Daniella. Avaliação e Intervenção Psicomotoras Lúdicas em Bebês Atendidos em Creches. Boletim. Academia Paulista de Psicologia. , v.03, p.41 – 46, 2004.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de, OLIVEIRA, Marli Donizeti de. Avaliação-intervenção de setor industrial, prevenindo a Saúde Mental do Trabalhador. Boletim. Academia Paulista de Psicologia. , v.XXIII, p.48 – 53, 2003.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. Brincar, fonte de aprendizagem e saúde mental. O Brinquedista. , v.33, p.3 – 3, 2003.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de, MILANI, Denise. Relato de Pesquisa: A representação lúdica e gráfica em crianças com síndrome de Down. Boletim. Academia Paulista de Psicologia. , v.XXIII, p.34 – 42, 2003.

Resumo: Este trabalho verifica o padrão predominante de uma criança com Síndrome de Downs no que concerne a brincar, a partir de uma leitura piagetiana, e desenhar, segundo Lowenfeld & Brittain. Verifica também a possibilidade de utilizar a técnica de Down, além de levantar indicadores para exame neuropsicológico. Para tanto, foram sujeitos da pesquisa quatro crianças portadoras da Síndrome de Down e quatro não-portadoras, formando dois grupos. Cada grupo foi subdividido de modo a ter um menino e uma menina de quatro anos e um menino e uma menina de sete anos Os resultados apresentaram evidências de que o padrão das crianças de quatro anos com Síndrome de Down é a brincadeira simbólica semelhante à das crianças não – portadoras na faixa de dois anos e seis meses a três anos. Seus desenhos são classificados como garatujas ordenadas, próprias das crianças com dois anos. Já as crianças com sete anos apresentam a brincadeira simbólica semelhante à da criança de três anos e meio. Os desenhos se mostraram em fase de transição entre a garatuja e o desenho representativo. Verifica – se, também, que o IBD é uma técnica viável às crianças com Síndrome de Down, além de ser possível levantar, através dessas observações, indicadores para um futuro Exame Neurológico Evolutivo e uma Avaliação Neuropsicológica. (AU)
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de, GOING, Luana Carramillo. Relatos de Pesquisa: A correlação entre a complexidade da brincadeira e a autonomia na criança de seis anos. Boletim. Academia Paulista de Psicologia. , p.21 – 24, 2001.
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OLIVEIRA, Vera Maria Barros de; RAMOZZI – CHIAROTTINO, Zelia (Orient.) . Um estudo sobre a formação e a utilização do simbolo pelo ser humano, com enfoque na brincadeira da criança de creche . 1989. Tese de Doutorado em Instituto de Psicologia da Universidade de Sao Paulo. São Paulo, 1989. T

Resumo: Este trabalho visou estudar a formação do símbolo. Num estudo teórico procuramos acompanhar a simbolização na história filogenética, assim como a gênese da ação e da significação para Piaget. Nosso trabalho prático buscou estudar a gênese das manifestações simbólicas enfocando a brincadeira e o desenho da criança da creche. Fizemos um estudo prévio transversal a fim caracterizar a população de creche da cidade de São Paulo, e um estudo longitudinal que acompanhou 14 crianças, com idade inicial entre 1,6 e 1,11 por dois anos através de uma situação observacional ativa, criada por nós, o I – B – D (Interação – brincadeira – Desenho ) . Essas crianças pertenciam a uma creche orientada por nós. Incluímos nesse estudo o trabalho psicopedagógico aí realizado, baseado em Piaget. No estudo evolutivo observamos como a emergência das representações se dá segundo seus graus internalização progressiva: da gestual à imagética e a verbal, e finalmente à gráfica, sempre em dois sentidos complementares, o pessoal e o coletivo. Observamos como o sistema interage com o meio através de movimentos centrífugos e centrípetos, tendo o corpo como núcleo primeiro organizador da percepção e da representação. A partir do movimento ondulatório num eixo sincrônico, forma – se um eixo diacrônico. A ação funciona como síntese dos dois eixos, com uma crescente estruturação sintático-semântica.
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PEREIRA, Magali Cecili Surjus; FERNANDES, Luiza Beth Nunes Alonso (Orient.) . Socialização secundaria nos Kaingang . 1994. Tese de Doutorado em Universidade de Sao Paulo – Psicologia social. São Paulo,

Resumo: A socialização secundária de crianças pertencentes ao grupo indígena Kaingáng foi investigada buscando – se identificar variáveis do processo psicossocial. Complexas relações de aculturação a que estiveram e estão submetidos os Kaingáng do Posto Indígena Apucaraninha traduzem as condições nas quais se inscreve o desenvolvimento dessas crianças. Participaram dessa pesquisa em torno de 50 pessoas entre adultos e crianças. Os dados elaborados foram extraídos de entrevistas, observações e consulta a documentos. Através desses foi possível explicitar diferentes aspectos das atividades desenvolvidas por esse grupo. Evidenciou – se um processo onde gradativamente a criança torna – se membro do grupo Kaingáng – sem anonimato e sem rupturas. A vida dos meninos e das meninas Kaingáng se inscreve em trajetórias psicossociais pré – definidas que restringem o desenvolvimento desses. Ao lado disso, faz – se uma reflexão sobre a escola em consonância com uma proposta política de educação específica para as escolas indígenas associada a um projeto educacional que leve em conta a formação de indivíduos capazes de determinarem sua vida e a de seu grupo. A tese educacional de G.H. Mead é destacada na medida que postula a relação das brincadeiras e dos jogos com a educação ressaltando o papel dessas atividades como condição geradora do desenvolvimento psicológico dos indivíduos.(AU)
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PERRONI, Rosely Aparecida Prendi, OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. Controle da ansiedade materna de bebê pré-termo via contato lúdico-gráfico. Estudos de Psicologia (PUCCAMP. Impresso). , v.28, p.269 – 277, 2011.
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POLO, C. K., OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. Intervenções do lúdico-musical frente ao stress de crianças abrigadas, vítimas de violência doméstica. Boletim – Academia Paulista de Psicologia. , v.80, p.210 – 230, 2011.
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RANGEL, Mariana de Oliveira; PEREIRA, Potiguara (Orient.) . O recurso terapêutico do brincar : subsídios para a formação do fisioterapeuta. 2003. 73p. Mestrado em POS – EDUCACAO. São Paulo, 2003. 615.82 R163r T

Resumo: O brincar, como recurso terapêutico e sua relevância na formação profissional do aluno do curso de Graduação em Fisioterapia, constitui a intenção primeira desta pesquisa. A partir do resgate da experiência profissional e docente da pesquisadora, dos registros obtidos durante a atividade profissional e da revisão bibliográfica, a autora discute com Winnicott e Piaget para aprofundar – se nas questões relativas à importância do brincar. Destaque se dá à Fisioterapia Pediátrica, enquanto especialidade da Fisioterapia, com o propósito de apresentar o contexto atual no qual se insere a formação profissional e uma abordagem específica do tratamento recuperador de crianças com algum tipo de doença ou algum tipo de sequela.
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SANTOS, Maria Antonieta Campos dos; OLIVEIRA, Vera Maria Barros de (Orient.) . O brincar na terceira idade : um estudo sobre o prazer de re – descobrir – se neste ciclo de vida. 1999. 265p. Mestrado em POS – PSICOL.DA SAUDE. São Bernardo do Campo, 1999.

Resumo: Estuda o brincar enquanto instrumento facilitador de reoprganização psíquica para pessoas de Terceira Idade, possibilitando – lhes viver com harmonia e satisfação no âmbito pessoal, familiar e social. Baseia – se na visão psicanalítica de Winnicott e na de Piaget que enfatizam a importância do brincar frente à realidade. Busca analisar a mobilização através do brincar de habilidades adormecidas e/ou esquecidas, assim como verificar se estratégias lúdicas possibilitam à pessoa da Terceida Idade reorganizar sua memória de vida, lidando com suas limitações atuais de forma saudável. Este estudo foi feito com 6 pessoas entre 45 e 64 anos através de 8 encontros semanais com atividades lúdicas. Foram aplicados os Inventários de Beck de Depressão e Ansiedade Traço – Estado de Spielberger no começo e final dos encontros. Foi criado um Roteiro de Observação Geral (ROG) dos encontros com categorias selecionados a partir desses inventários: quanto à Interção Social e Envolvimento com a Atividade e quando aos Temas (Lembrança, Prazer e Crença) . A análise dos dados obtidos dos inventários revelou uma melhora mais significativa quanto à depressão do que quanto à Ansiedade Traço – Estao. A análise qualitativas dos encontros mostrou uma melhora na dinâmica interativa com o outro e maior crença em si mesmo. Este estudo conclui que o brincar pode ser visto como uma estratégia grupal, proporcionando à pessoa da Terceira Idade representar simbolicamente suas experiências conflituosas, permitindo – lhe organizar melhor sua realidade para viver a velhice de foram prazerosa. (AU)
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SANTOS, Vilma Moreira dos, OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. O Resgate da Ilusão via Narrativa Simbólica: um estudo de caso de Síndrome do Pânico após Assédio Moral. Boletim. Academia Paulista de Psicologia. , v.78, p.135 – 157, 2010.
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ULTRAMARI, Samantha Ribeiro; OLIVEIRA, Vera Maria Barros de (Orient.). Opinião de crianças sobre o lar de longa permanência para idosos: mudança por contato lúdico. 2007 Dissertação (Mestrado em Psicologia da Saúde) – Faculdade de Psicologia e Fonoaudiologia, Universidade Metodista de São Paulo. São Bernardo do Campo, 2007

Resumo: Esta pesquisa verifica a opinião da criança por meio do desenho sobre o Lar de Longa Permanência para Idosos, antes e depois de contato lúdico com idosos institucionalizados. Para melhor caracterizar a população idosa, traça seu perfil neuropsicológico. Desenvolve-se junto a 21 idosos institucionalizados e 61 crianças com idades entre 7 e 12 anos, do Ensino Fundamental público. Inicia-se por verificar a opinião destas crianças sobre Asilo, por meio de desenho. Em seguida, realiza intervenção lúdica com crianças e idosos, de 10 encontros com brincadeiras simbólicas e jogos de regras.
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VALVEZAN, Katia Soraia Gimenez. Brinquedo-sucata: (re)significando o “lixo”. Monografia em PSICOPEDAGOGIA. São Bernardo do Campo, 2004.

Resumo: O ser humano está sempre aprendendo, construindo conhecimento; na escola esta aprendizagem assume um caráter formal que muitas vezes, não respeita a singularidade. No processo de aprendizagem, dificuldades podem transformar – se em obstáculos para o desenvolvimento intelectual. A psicopedagogia deve atuar encontrando caminhos para alunos com dificuldade, possam aprender. Ações psicopedagógicas que auxiliem no resgate da auto – estima, poderão contribuir para superação das dificuldades na aprendizagem. O lúdico pode contribuir com a aprendizagem. Brincando, a criança expressa conflitos, necessidades e desejos inconscientes, que traduzem um reforço para atender a si próprio e ao mundo. Quanto menos estruturada a brincadeira, melhores as condições oferecidas para o conhecimento do próprio ser. A brincadeira com sucata permite à criança (re)significar objetos e também perceber – se como sujeito em transformação. O brincar com sucata traz desafios através dos quais o aluno aprende a superar dificuldades, de forma lúdica. Por meio do brinquedo – sucata os sujeitos tiveram oportunidades de experimentar situações prazerosas de sucesso, raramente presentes em suas rotinas diárias, que contribuíram para o aumento da auto – estima e da autoconfiança. O principal resultado deste projeto foi: “Sentir – se capaz, diante dos desafios”; emocionalmente importante na conquista dos conteúdos escolares. Este trabalho teve por objetivo compreender a construção criativa, como instrumento psicopedagógico no conhecimento do próprio ser.
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VIVALDINI, V. H., OLIVEIRA, Vera Maria Barros de. Terapia assistida por animais em reabilitação clínica de pessoas com deficiência intelectual. Boletim – Academia Paulista de Psicologia. , v.31, p.527 – 544, 2011.
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ZINETTI, Solange Cristina Parreira; GOMES, Maria Lucia Navarro (Orient.) . A importância do brincar no desenvolvimento humano de 4 a 6 anos Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Psicopedagogia) – Faculdade de Educação e Letras, Universidade Metodista de São Paulo. São Bernardo do Campo, 2002.

Resumo: O processo de aprendizagem implica na realização de atividades que levem à construção dos conceitos que constituem o referido conteúdo, através das informações que ele contém. É pelo domínio desses elementos que a criança desenvolve as funções do pensamento, assim como constitui noções de tempo e espaço. O pensamento, então, se constitui pelas atividades envolvidas no processo de aprendizagem através da observação, experimentação, reflexão, organização e apresentação do conhecimento adquirido. Para isso, neste trabalho, procuro resgatar o brincar, desenvolvendo um trabalho que aponte qual grau de importância do brincar e qual o papel que o brinquedo ocupa no desenvolvimento infantil; me apoio num estudo teórico embasado nos psicólogos Vygotsky, Piaget, Winnicott, além de outros pesquisadores que se preocuparam em aprofundar seus estudos neste mesmo tema.
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ZOGAIB, Maria Teresa Bertoncini; OLIVEIRA, Vera Maria Barros de (Orient.). O brincar e o bem-estar da criança abrigada: sua influência no combate à depressão e ao baixo rendimento escolar. 2005. 113p. Mestrado em PSICOLOGIA. São Bernardo do Campo, 2005.

Resumo: Este estudo verifica a eficácia de intervenções lúdicas a criança abrigadas com problemas de aprendizagem e quadros de depressão, analisando a influencia do brincar em seu bem – estar a qualidade de vida. Realiza – se através de metodologia clínica – interventiva, junto a oito crianças de ambos os sexos, de 8 anos, de classe de baixa renda, abrigadas há dois anos, cursando a 1ª. Série de escola pública, com queixa escolar. Após caracterização da instituição, avalia – se individualmente o nível cognitivo das crianças através das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven, das Provas Piagetianas de conservação, classificação e seriação e verifica o material escolar. Aplica a seguir o Inventário de Depressão Infantil – CDI, normatizado para o Brasil. Com base nesses dados, realiza oito sessões lúdicas grupais, semanais, de noventa minutos cada, através de estratégias sensório – motoras, simbólicas e sociais, com espaço para atividades espontâneas. Após as lúdicas, reavalia as crianças com o mesmo instrumento da avaliação anterior. Os resultados indicam melhora no desempenho escolar e diminuição dos sintomas depressivos, com aumento da auto – estima e da segurança emocional, com reflexos em sua vida em geral, inclusive na escolar. As experiências vivenciadas nas situações lúdicas contribuíram para uma auto – avaliação subjetiva mais positiva pelas crianças, assim como para uma avaliação escolar melhor, em seus aspectos cognitivos e afetivo-emocionais integrados. Os dados apontam a importância da equipe técnica ao reconhecedor precocemente os sintomas depressivos para realização de programas interventivos, utilizando o lúdico como facilitador para superação das dificuldades cognitivas e afetivas das crianças abrigadas. (AU)
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